Mi investigación

A Avaliação da Agenda 2030

Rumo a um sistema integrado em Portugal

Ponte Vasco de Gama/ Foto: Chris Bentley

O presente documento aporta um olhar sobre um dos temas que emoldurará as prioridades avaliativas dos próximos anos: a Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Considerando o máximo compromisso das Nações Unidas para que ninguém fique para trás, ou seja, para que os objetivos e metas propostas sejam alcançados e haja importantes avanços no bem estar das gerações atuais e futuras, a Avaliação, como ferramenta de gestão, é vista como um elemento chave da Agenda.

Em realidade, a incorporação de uma dimensão de avaliação na Agenda 2030 resulta de uma das lições aprendidas com os Objetivos do Milênio, para os quais não haviam sido estabelecidas metas para medir o êxito dos mesmos e tampouco guias para a condução de avaliações.

O propósito último deste trabalho é fomentar o debate e análise crítica sobre o sistema de seguimento e avaliação dos ODS.

Talvez por isso tenham sido realizados tão somente uns relatórios de progresso sem nenhuma valoração sobre o mérito ou valor dos resultados alcançados, como resulta ser o caso de Portugal (IPADE,2010).

Não obstante, com a Resolução A/RES/70/1, ponto 74, já se estabelecem os princípios que regem os processos de seguimento e de revisão dos ODS independentemente dos níveis nos que ocorram.

Logicamente, ali se atribui um papel primordial aos Estados como agentes de avaliação, vide linhas g) e h).
Com este trabalho tenta-se compreender o tema e dar resposta às seguintes questões: como se posiciona Portugal no âmbito da Agenda 2030? E como estão sendo enfrentados os desafios do monitoramento e da avaliação dos progressos em matéria dos ODS?

O propósito último deste trabalho é fomentar o debate e análise crítica sobre o sistema de seguimento e avaliação dos ODS em Portugal. E ao contribuir à geração de conhecimento científico espera-se que as evidências possam ser utilizadas por todos aqueles que partilham responsabilidades neste âmbito, conseguindo assim uma melhora de tal sistema.

Além disso, considerando que tudo o que se relaciona com os ODS ainda é muito recente e experimental para a maioria dos atores envolvidos, este trabalho pode ajudar a iluminar o caminho e inclusive aportar informação para o desenvolvimento da própria disciplina e de seus profissionais.

Los argumentos expuestos en esta tribuna responden en exclusiva al punto de vista del autor, que es responsable de las opiniones manifestadas, y no reflejan en ningún caso la postura de la SEGIB

categorías:

Agênda 2030 Conhecimento ODS Pesquisa Políticas Públicas Sustentabilidade Universidade


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